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A MÚMIA 2017

Ahmanet tem seus planos interrompidos justamente quando está prestes a invocar Set, o deus da morte, de forma que juntos possam governar o mundo.  Mumificada, ela é aprisionada dentro de uma tumba, onde acidentalmente é despertada por Nick, um saqueador de artefatos antigos.

Ele foi distribuído pela Universal Pictures aqui do Brasil trazendo uma novidade aos fãs de monstros clássicos.
A Dark Universe irá trabalhar em cima do seu sonho de produzir os antigos monstros da Universal e bom… Eu particularmente gostei da forma de como iniciaram.

Logo no início você percebe que a função do roteiro é te deixar o mais confortável possível, tratando de contar e explicar de uma forma rápida e simples como tudo começou e como seria a forma correta de terminar. É exposto logo de cara alguns detalhes que talvez se tivessem deixado para o decorrer da história ficaria confuso e longo demais.
Um filme com um roteiro onde acontece tudo muito rápido quase que em tempo “real” deixando claro que os acontecimentos ocorreram com urgência, não deixando a impressão de dias, meses ou anos passados até o próximo evento.
Eu gosto disso! Desse senso de urgência em filmes de aventura/fantasia onde coisas precisam ser resolvidas logo.

Referência a A Múmia de 1932 e A Múmia de 1999, a mais amada pelos fãs da serie.

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O diretor de fotografia, Ben Seresin fez bem assim como em seu ultimo trabalho em Guerra Mundial Z (aquele filme que tem uns zumbi que voa), dando prioridade ao sentimento do personagem e em como o personagem nos vê.
Sentimos isso não só na fotografia que de inicio foi bem trabalhada, mas no uso e abuso de temperatura das cores usadas no momento certo.


Apesar dos atores terem um grande nome na praça, alguns não souberam aproveitar a oportunidade que tiveram. Um bom exemplo é Annabelle Wallace, que parece ter ensaiado o papel com a Kristen Stewart e Jake Johnson que parecia ter esquecido que não estava em New Girl. Não mudou nada. Nem um draminha se quer.
Russell Crowe e Tom Cruise estavam bem levando realmente a sério o caos que cada personagem levava e Sofia Boutella foi boa. Estava bem ali. Acredito que estava se sentindo muito bem com a personagem, porque em momento algum eu senti desconforto da parte dela. Era como se ela realmente fosse Ahmanet.

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O filme no geral me agradou. É claro que teria sido melhor se usassem maquiagem em certos momentos onde não era necessário CGI e sim uma maquiagem bem feita. Vemos uma pegada zumbi em certos momentos do filme, onde casou bem pelo momento em que apareceram. O cuidado com a trilha sonora me deixou confortável para aceitar o que viesse a partir do segundo ato.
O filme terminou como todos nós esperávamos, porém dando entender que teria algo a mais nos próximos anos.
Não foi surpreendente, mas me deixou com desejo de querer mais!

Sobre o Autor

Susu Oliveira
Fotógrafa, videomaker e dou uma de crítico de cinema achando que to abafando. www.maxwelenoliveira.com.br

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