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CONHECENDO: Wes Anderson

É com muito amorzinho e carinho que escrevo o primeiro dos meus mais lindos posts.

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Eu gosto de ter contato com tudo que me faça sentir coisas novas.
Gosto de ter contato com as coisas mais lindas por mais simples que elas sejam.
Gosto de olhar uma fotografia e me apaixonar (especialmente quando ela se mexe).
Gosto de olhar e sentir as cores me abraçando como se eu realmente estivesse na história.
Gosto de sentir um troço chamado emoção. A emoção é fantástica, já parou pra sentir? Eu sinto isso toda vez que assisto os filmes do Wes Anderson.

Vou seguir em ordem pra não confundir ninguém.

Começando pelo Fantástico Sr. Raposo (2009), que com seu filho pré-adolescente e sua esposa maravilhosa (ela é ótima), vão morar em uma árvore após conseguir mudar de emprego.
Ele iniciou uma respeitável carreira de colunista de jornal. Porém, a proximidade do novo lar com as fazendas de Boggis faz com que ele volte a ter seus velhos e maus hábitos.

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Além da doçura de como o Sr. Raposo trata a esposa, vi que efeito a rixa tem sob todos nós. Ali ele usa humanos contra animais como exemplo. Eu já sabia que o ser humano era ranzinzo, mas eu abri os olhos e comecei a ver um pouquinho pior. Confesso que me ajudou e me fez chorar. Foi por isso que gostei tanto do filme. Passei a ter certeza de que animal certas pessoas eram.

Moonrise Kingdom (2012)
A história se passa nos anos 60 e acompanha Sam e Suzy, que se conhecem após Suzy atuar em uma peça. Eles passam a trocar cartas regularmente e isso faz com que nasça um sentimento ali. Eles são deslocados da família, das pessoas que convivem perto e isso faz com que eles tomem a decisão de deixar tudo pra trás e seguir juntos sozinhos.



Mas como toda história possivelmente acontecível, tinha que dar merda. Como nada é perfeito e eles são alguma coisa, os pais deles resolvem ir atrás pra tentar reencontrá-los. 

Ah… Antes que eu me esqueça: Sam e Suzy são crianças.

Castello Cavalcanti (2013)
Itália, setembro de 1955. Um piloto de Fórmula Um bate seu carro durante uma corrida, deixando-o preso em uma pequena aldeia italiana.

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O fato do nosso amiguinho já chegar mandando é bem estranho e me fez lembrar de algumas pessoas aqui… O cenário parece com uma cena do Grande Hotel Budapeste que eu não vou dizer qual é porque eu quero que vocês assistam ao filme.

O Grande Hotel Budapeste (2015)
No período entre as duas guerras mundiais, o famoso gerente de um hotel europeu conhece um jovem empregado e os dois tornam se melhores amigos.  Entre as aventuras vividas pelos dois, constam o roubo de um famoso quadro do Renascimento, a batalha pela grande fortuna de uma família e as transformações históricas durante a primeira metade do século XX. Você pode ficar confuso no começo, mas depois de um bom papo, você passa a se sentir em casa e fica relaxado ouvindo a maravilhosa história de Zéro. Confira a crítica completa AQUI 

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Esse filme foi meu favorito (dirigido por Wes Anderson) pelo fato de estar tudo mais perfeito que o normal.
A fotografia é maravilhosa e as cores são tão saudáveis e doces que te faz se sentir abraçado. 
É tão confortável…

Wes Anderson com certeza tem o dom de carregar uma mágica ironicamente romântica para dentro das telas. Seu trabalho, além de ser um incrível inspiração como obra de arte, introspectivista esse sentimentalismo natural que nos cativa em cada cena. Vale a pena conferir muito e muito mais de seu trabalho. 

Sobre o Autor

Susu Oliveira
Fotógrafa, videomaker e dou uma de crítico de cinema achando que to abafando. www.maxwelenoliveira.com.br

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