cinema brasileiro

Crítica: Minha Mãe É Uma Peça 2 (2016)

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Lançamento: Dezembro de 2016 
Direção: César Rodrigues

Crítica:

Diferente do primeiro filme, o maior problema desse novo Minha Mãe é Uma Peça não é Paulo Gustavo, ainda bem! 
Mas não tem como passar por um filme como esse sem falar sobre, existem qualidades sim, mas o que grita são os problemas, principalmente da total desnecessidade do elenco de apoio. Nesse filme fica mais evidente que Paulo Gustavo cria os personagens apenas para ele “brilhar” e aqui, o uso dos coadjuvantes é vexatório, a vítima da vez é Patricya Travassos, dona de uma personagem que serve apenas como escada para uma previsível terceira parte da saga. 
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Paulo Gustavo poderia encarnar logo o Eddie Murphy das décadas de 90/00 e fazer todos os personagens principais de uma só vez, como faz em seu programa na tv, 220 Volts. 

É inegável que algumas situações são engraçadas, e o improviso do ator faz a diferença, mas para cinema é muito pobre e descartável. De qualquer forma, é importante que esses filmes façam o sucesso que fazem e impulsione a produção nacional. Se para cada três “Minha Mãe é Uma Peça” existir um “Tamo Junto” ou “O Roubo da Taça” a gente aguenta os histerismos. 

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Eu não implico com esse tipo de humor, mas é o tipo de humor que se consome na tv ou na internet, pra cinema é preciso um algo a mais, um roteiro talvez.

Nos vemos em Minha Mãe É Uma Peça 3

Sobre o Autor

Dandara Aryadne
Pseudo escritora, artista plástica nas horas vagas. Criadora e colunista principal do site Cinema ATM.

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