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CRÍTICA: ÓRBITA 9 (2018) – Novo #originalnetflix alcançou o objetivo?

O novo #originalnetflix cumpriu o ótimo trabalho que seus filmes originais normalmente entregam?
Em parceria com a Netflix Espanha e Colombia, seu novo filme não nos deixa nenhum pouco surpresos e até mesmo esperando por algo a mais nesse novo filme. Helena é uma jovem que passou 20 anos em uma nave espacial sozinha esperando algum dia chegar até o seu destino final, quando conhece Alex, um engenheiro pelo qual ela se apaixona e ele de começo, cria empatia por ela. Vemos questões familiares que precisam resolvidas e a complexidade da persona ao lidar com tal situação. Passamos a conhecer seu nascimento a partir de decisões tomadas pela mesma, onde tenta se encontrar da forma mais rápida e dolorosa emocionalmente possível.

Não vemos nada demais em seu roteiro, um pouco clichê, eu diria. Exceto pela sua fotografia e atuação que venhamos e convenhamos a Netflix está sempre de parabéns

Seus planos são delicados. Não há brutalidade mesmo quando é necessário. Algo que não machuca os olhos. Sua trilha sonora soava de uma forma tão sutil quanto uma canção de ninar: quando você percebe, já está entregue e imerso ao sono profundo.

Seus personagens poderiam ter sido mais trabalhados. Assim como conhecemos bem Helena, poderíamos conhecer tão bem também Alex, que é a ajuda para sua causa pela qual ela luta no filme. Órbita 9 é um filme simples, delicado (você querendo ou não) e agradável aos olhos de todas as formas possíveis.
Sem dúvida um filme ideal para quem quer descansar a cabeça e assistir um filme sem grandes surpresas.

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Sobre o Autor

Susu Oliveira
Fotógrafa, videomaker e dou uma de crítico de cinema achando que to abafando. www.maxwelenoliveira.com.br

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