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CRÍTICA – THELMA – Uma obra de arte em roteiro e imagem.

Você pode se relacionar com Thelma quando ela chega à sua nova faculdade, longe de sua casa. Ela tem um apartamento novo só para ela, ela é tímida, seus pais ligam todos os dias para checar se ela está bem e ter um momento em família. De repente, a vida recebe uma reviravolta quando ela tem uma convulsão enquanto estuda na biblioteca. Mas a solução para isso continua sendo um mistério para ela, embora ela tenha recebido um diagnóstico de seu médico.
Mas, pela sua própria percepção, tudo se resume ao fato de que ela se apaixonou por Anja. Thelma sente essa força repentina em seu corpo quando ela vê Anja, ela se apaixonou por ela e Anja também se apaixonou por ela. Thelma resiste bastante ao seu sentimento enquanto ela coloca sua fé em prova muitas das vezes. Ela está relutante em tentar, mas quando ela vê Anja, tudo se resume a suas habilidades desconhecidas, o desencadear de poderes inexplicáveis ​​e o que ela pode fazer com eles.
Dirigido por Joachim Trier, Thelma é uma bela história de amor que reflete com um passado obscuro que se relaciona com os poderes que foram reprimidos após um incidente que deixa todos em um protocolo de defesa. A sequência mais linda deste filme apresenta no teatro de balé, onde o primeiro toque de Anja faz com que o corpo de Thelma seja representado com um sentimento como um raio passando por ela.   Thelma torna-se uma história de origem até certo ponto. Mas o que diferencia a Thelma é como ela passa por sua jornada de aceitação de quem ela é. Os flashbacks são pesados, puxando de volta para o primeiro quadro do filme que ficou comigo até que tudo fosse conhecido. Há sequências neste filme que podem torná-lo frio às vezes com o tema sobrenatural que prolonga com os pensamentos obscuros que os iniciam.
Thelma está repleta de muitas submissões da supressão, desejo, luxúria, amor, religião, escuridão e fenômenos sobrenaturais. É lindo ver como cada quadro é fascinante com a beleza da renderização. Há uma luta quando você não sabe o que está acontecendo com você, porque isso está acontecendo e o que tudo significa. Ele absorve esse caos que acontece dentro de sua cabeça.   Eili Harboe como Thelma é apenas de tirar o fôlego de assistir do início ao fim. Suas expressões dizem tudo. eu sorriso possui uma beleza própria quando vê Anja. As cenas de Eili com Kaya Wilkins, que interpreta Anja, são realmente enquadradas como uma sequência de sonhos, como a que ela nadava no lago, subindo na piscina, onde ela conhece Anja e a beija, é apenas algo de tirar o fôlego para testemunhar.
Thelma é uma história emocionante de amor que toma se transforma quando esses sentimentos de amor desencadeiam poderes inexplicáveis. É uma história que leva você a uma jornada junto com ela. Você tem que escolher, como Thelma, sobre o que fazer com isso. Eili Harboe é excepcional, enquanto a Thelma e sua química com Kaya Wilkins são tão bonitas quanto possível. É uma história contada da forma mais caoticamente, sobrenaturalmente e lindamente possível que você não deve perder. 

Sobre o Autor

Dandara Aryadne
Pseudo escritora, artista plástica nas horas vagas. Criadora e colunista principal do site Cinema ATM.

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