cinema estrangeiro

NETFLIX – FAROL DAS ORCAS

O filme é filme argentino-espanhol, onde teve teve seus direitos de transmissão adquiridos pela Netflix.
Dirigido por Gerardo Olivares, o filme de 2016 conta a história de uma mãe procurando tratamento para o filho autista com um tratador de Orcas.

O filme foi baseado em fatos reais. Roberto Bubas, o biólogo mostrado no filme contou “Foi quando algo fascinante aconteceu. Elas começaram a vir cada vez mais ao meu
encontro, produzindo sons, levantado a enorme cabeça para me ver, e deixando inclusive que eu as tocasse”.

Biólogo argentino Roberto Bubas

 

E cá estou eu novamente, suspeita por ser amante das orcas.
A diferença que esse filme fez no meu humor foi visualmente instantânea. Alegria, paz, serenidade e esperança voltaram a aflorar e habitar meu corpo.
Um obra onde não só o enredo é criado para te tocar, mas o visualmente de todo estante que passa do filme, foi feito para te deixar com os olhos radiantes
e  um sorriso sincero por você não sentir que está sorrindo.
 
Cada pensamento e sentimento do personagem, nos levava a algum lugar daquele pedacinho da Patagônia, me levando também ao meu sentimento diferente.
Me levando a sentir o que e não sentia com força a muito tempo: a vontade de sentir o que eu faço de verdade com amor e esforço especial: A MINHA ARTE.
Eu não estava apenas presente em mais um show de imagens cuidadosamente enquadradas, mas estava de frente ao que eu realmente gostaria de estar fazendo.

  

 

Cada crepúsculo, amanhecer e cada ondinha do mar que batia nos cantinhos da baleia era uma sensação boa e grande ao mesmo. Cada tom de azul com verde era uma poesia.
Os tons terrosos pálidos me enchiam de pensamentos. Os tons quentinhos da madeira acompanhados de rabiscos de nadadeiras me fazia estar mais perto do Beto e da
nossa paixão em comum.

 

 

O querer ajudar estava presente não só com ele, mas comigo, também. O querer ajudar que eu não sentia fazia tempo. Acho que é sobre respeito ao próximo. É. É sim.
Respeito a natureza em geral. Respeito a Terra e aos elementos que a compõe. Respeito e amor pelo presente lindo que a natureza nos dá.
A vontade que dá de querer ser Tristan na sensibilidade do aprendizado e se descobrir amante de uma das coisas mais lindas do mundo: o mar.

 

 

 

Olha, eu infelizmente não sei como terminar essa crítica. Estou sendo sincera. Por mim, eu ficaria dias contando as belezas, os efeitos mentais positivos que o filme me fez sentir.
Mas eu não posso e metade de mim diz que eu também não quero para o seu próprio bem. Vá assistir. Acho que eu dizendo todas essas coisas ainda não é o suficiente para
explicar claramente o que eu vi e senti. Então vá assistir esse filme.
 
Você não irá se arrepender de se conhecer.

Sobre o Autor

Susu Oliveira
Fotógrafa, videomaker e dou uma de crítico de cinema achando que to abafando. www.maxwelenoliveira.com.br

Deixe seu comentário


Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *