FÚRIA EM ALTO MAR (2018) – CRÍTICA

Devo confessar que fui assistir Fúria Em Alto Mar com sono, mas ele passou totalmente com menos de 5 minutos de filme. Há muito tempo não via um filme que envolvesse uma guerra fria entre Rússia e Estados Unidos e agora percebo que isso estava fazendo falta. Nós somos envolvidos no suspense logo de cara com submarinos russos e americanos, sendo explodidos sem sabermos por quem.

Fúria Em Alto Mar crítica

Acompanhamos o lado americano buscando entender o que aconteceu com seus homens e somos apresentados aos melhores dos melhores. Common, vive o almirante John Fisk, que junto com a agente Jayne Norquist, buscam desvendar de Washington o que aconteceu em águas internacionais. Eles enviam duas equipes, um submarino comandado pelo capitão Joe Glass e uma equipe de soldados fantasmas comandados por Bill Beaman. Esses três grupos são comandados por uma versão moderna de Chuck Norris, onde eles são os melhores no que fazem e cada um do seu jeito faz o impossível para resolver a situação.

Fúria Em Alto Mar crítica

Gerard Butler interpreta Joe Glass, um experiente capitão que viveu a vida em submarinos e entende o quanto exige de sua tripulação, suas decisões são fora dos padrões e faz o necessário pelos seus homens. Bill Beaman está em terras inimigas com seu grupo e têm que se manter escondido, enquanto busca mais informações sobre o que está acontecendo por trás das fronteiras inimigas. Nesse meio tempo, o almirante tenta dar todo o suporte as duas equipes enquanto evita que a quarta guerra mundial aconteça.

Fúria Em Alto Mar crítica

O ponto mais inteligente de Fúria Em Alto Mar é a ação incessante. Cada uma das equipes enfrenta todas as situações limites possíveis, uma atrás da outra. Todas as cenas, seja o decolar de um jato ou o armar de um torpedo, passam a sensação de urgência. Até quando a situação é mais calma a música mantêm um ritmo agitado e não deixa o ânimo cair. Um personagem curioso é o comandante militar Charles Donnegan, vivido por Gary Oldman.

Fúria Em Alto Mar crítica

O eterno Comissário Gordon parece ser bem pavio curto e está sempre esperando que a Rússia comece uma guerra. Falando em russos, Michael Nyqvist interpreta um capitão russo, que consegue roubar a cena e se impõe entre os heróis americanos. Todos esses elementos fazem de Fúria Em Alto Mar um excelente filme de ação, onde vemos que o clima de tensão militar entre Rússia e Estados Unidos ainda possui boas histórias para serem contadas.